Como se eles fossem responsáveis pelo desacerto colossal de sua
administração. Ora, qual a culpa dos secretários pelo fato do prefeito
ter nomeado mais de duzentos apadrinhados em cargos de confiança que não
existiam? E essa é apenas uma das muitas traquinagens patrocinadas na
gestão de Reginaldo, que assombram pelo amadorismo.
Impressiona que um promotor de Justiça, em tese, conhecedor das leis,
cometa tantos desatinos, especialmente ante a expectativa que havia
criado com sua candidatura. Ele que havia tentado uma meia dúzia de
vezes chegar à Prefeitura da terceira cidade do Estado, e finalmente
fora premiado como uma esperança. Em menos de um ano, o desastre é
devastador.
Sem querer fazer quaisquer prejulgamentos, mas é improvável que o
prefeito Reginaldo consiga chegar incólume ao final do seu mandato. Pelo
que tem demonstrado até agora, claramente não tem as condições para
conduzir uma cidade carente de praticamente tudo em termos de ação do
poder público. A gestão de Reginaldo parece o furacão Hayan, que
devastou as Filipinas.
Com o jornaldaparaiba.com.br/heldermoura
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