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06 outubro 2013

Momento é decisivo para água em Sousa, diz Leonardo Gadelha



O início do último trimestre deste ano representa um momento decisivo para solucionar os problemas de abastecimento de água na região de Sousa, avalia o deputado federal Leonardo Gadelha (PSC-PB). De acordo com o vice-líder do Partido Social Cristão na Câmara, conseguir a liberação da água do Boqueirão para o açude de São Gonçalo é uma “emergência, uma prioridade absoluta”.

“Sem a água nós enfrentaremos a perda de parte significativa da nossa cultura e teremos problemas para o abastecimento humano e animal. Portanto, esse processo se afunila, e eu espero contar com a sensibilidade da ANA (Agência Nacional de Águas) e do DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas)”, afirmou o parlamentar.

“Já mostramos categoricamente que não há nenhum prejuízo para o açude de Engenheiro Ávidos e para a comunidade de Cajazeiras e dos municípios circunvizinhos. E para nós, sousenses, essa água tem um caráter redentor”, disse Leonardo Gadelha.

O deputado, em ação conjunta com o prefeito de Sousa, André Gadelha, segue em tratativas com a ANA e com o DNOCS para concretizar a adução de 6 milhões de metros cúbicos de água, que serão transportadas do açude de Engenheiro Ávidos, conhecido como Boqueirão, para o açude de São Gonçalo. “Isso nos dará uma folga de cerca de 120 dias, para que nós possamos trabalhar um alternativa de médio prazo, que seria justamente a construção de um canal que aduziria águas do canal da Redenção para o próprio canal do Perímetro Irrigado de São Gonçalo”, explicou o deputado federal.

De acordo com Leonardo Gadelha, essa segunda ação dependeria da nomeação de um novo ministro para a pasta da Integração nacional. “Isso deve acontecer nos próximos dias e nós passaríamos a trabalhar essa nova vertente”, disse. “Se todos os responsáveis concordarem, nós certamente teremos essa folga e poderemos trabalhar a alternativa de médio prazo, enquanto a solução definitiva, que é a transposição de águas do Rio São Francisco, não estiver concluída, algo que só deve acontecer no final de 2015”.


Assessoria 

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