Os três principais pré-candidatos ao Senado já foram alvos de escândalos na mídia nacional
Ensinam os manuais do poder que ‘Teoria da Conspiração’ é qualquer explicação de um evento como sendo resultado de um plano secreto levado a efeito geralmente por conspiradores maquiavélicos e poderosos, tais como uma "sociedade secreta" (associação de iniciados que tem acesso a certos mistérios e conhecimentos que segundo os seus membros e líderes, não devem ser compartilhados com as demais pessoas) ou um “governo sombra” (ideia baseada na noção de que o poder político real reside em estratégias dos manipuladores que exercem o controle das ações nos bastidores).
Desconfiado que a ‘Teoria da Conspiração’ se instalou de vez na Paraíba, o PB Agora iniciou uma série investigativa para cascaviar alguns rastilhos de pólvora que constantemente acendem o sinal de alerta na política paraibana, onde vale lembrar, o poder tem virado um fim em si mesmo.
Um caso concreto dessa suposta teoria é a frequente exposição negativa que os três principais pré-candidatos ao Senado já foram submetidos na imprensa e os arranhões que têm sofrido, posssivelmente devido ao pré-lançamento de suas candidaturas à Augusta Casa de Rui Barbosa em Brasília.
Rômulo Gouveia indiciado no Jampa Digital

Pré-candidato ao Senado pelo PSD. O atual vice-governador foi recentemente indiciado num inquérito da Polícia Federal que o acusa de ter patrocinado na Câmara dos Deputados, uma emenda parlamentar à execução contratual para interesses particulares e escusos dos diretores da empresa Idéia Digital, Paulo de Tarso e Mário Lago, com recebimento de vantagem indevida para tanto, sendo indiciado no artigo 317 do Código Penal. Para a imprensa, Rômulo afirmou que no processo não há nenhuma prova material que o incrimine ou que aponte seu envolvimento nas fraudes do Jampa Digital e se colocou a disposição da justiça para a abertura do seu sigilo bancário e da sua esposa, Eva Gouveia, a fim de elucidar as investigações. Nunca foi condenado!
Cícero Lucena e as máculas da Confraria

Postulante à reeleição pelo PSDB e inimigo pessoal do governador Ricardo Coutinho, o senador tucano ainda não teve o martelo batido pelo seu partido, mas já sabe que será grande o seu trabalho de recuperação de imagem. Cícero foi preso pela Polícia Federal em 2005 durante as investigações da denominada Operação Confraria, que o acusava da prática de fraudes em licitações. O senador ainda hoje sofre resquícios da operação e ainda responde em segredo de justiça alguns processos que restaram. Na campa eleitoral de 2012, acusado de possuir mais processos do que projetos, Cícero distribuiu nas ruas de João Pessoa uma coletânea de documentos intitulada como “Dossiê da Verdade”, onde alegava sua inocência em todas as ações da ‘Confraria’. Nunca foi condenado!
Wilson Santiago e a Receita Federal

Outro que também já esteve na mira da mídia nacional foi o pré-candidato ao Senado pelo PTB. Wilson Santiago ficou em terceiro lugar, nas eleições 2010 para o cargo de senador pela Paraíba, assumiu o cargo beneficiado pela Lei da Ficha Limpa, que barrou a posse do candidato mais votado à época, Cássio Cunha Lima. Pouco depois de assumir o Senado, Santiago foi acusado pela revista Istoé de sonegar a empresa Construções e Incorporações Adrina Ltda de sonegar cerca de R$ 40 milhões em Impostos e usar laranjas em construtora com dívida milionária, repassando patrimônio para empresa do filho a fim de evitar o confisco pela Receita Federal. Santiago desmentiu as denúncias provando a quitação das suas responsabilidades fiscais, de acordo com as certidões da Receita Federal e da Justiça. Nunca foi condenado!
Perigo políticoEnsinam os manuais do poder que ‘Teoria da Conspiração’ é qualquer explicação de um evento como sendo resultado de um plano secreto levado a efeito geralmente por conspiradores maquiavélicos e poderosos, tais como uma "sociedade secreta" (associação de iniciados que tem acesso a certos mistérios e conhecimentos que segundo os seus membros e líderes, não devem ser compartilhados com as demais pessoas) ou um “governo sombra” (ideia baseada na noção de que o poder político real reside em estratégias dos manipuladores que exercem o controle das ações nos bastidores).
Desconfiado que a ‘Teoria da Conspiração’ se instalou de vez na Paraíba, o PB Agora iniciou uma série investigativa para cascaviar alguns rastilhos de pólvora que constantemente acendem o sinal de alerta na política paraibana, onde vale lembrar, o poder tem virado um fim em si mesmo.
Um caso concreto dessa suposta teoria é a frequente exposição negativa que os três principais pré-candidatos ao Senado já foram submetidos na imprensa e os arranhões que têm sofrido, posssivelmente devido ao pré-lançamento de suas candidaturas à Augusta Casa de Rui Barbosa em Brasília.
Rômulo Gouveia indiciado no Jampa Digital
Pré-candidato ao Senado pelo PSD. O atual vice-governador foi recentemente indiciado num inquérito da Polícia Federal que o acusa de ter patrocinado na Câmara dos Deputados, uma emenda parlamentar à execução contratual para interesses particulares e escusos dos diretores da empresa Idéia Digital, Paulo de Tarso e Mário Lago, com recebimento de vantagem indevida para tanto, sendo indiciado no artigo 317 do Código Penal. Para a imprensa, Rômulo afirmou que no processo não há nenhuma prova material que o incrimine ou que aponte seu envolvimento nas fraudes do Jampa Digital e se colocou a disposição da justiça para a abertura do seu sigilo bancário e da sua esposa, Eva Gouveia, a fim de elucidar as investigações. Nunca foi condenado!
Cícero Lucena e as máculas da Confraria
Postulante à reeleição pelo PSDB e inimigo pessoal do governador Ricardo Coutinho, o senador tucano ainda não teve o martelo batido pelo seu partido, mas já sabe que será grande o seu trabalho de recuperação de imagem. Cícero foi preso pela Polícia Federal em 2005 durante as investigações da denominada Operação Confraria, que o acusava da prática de fraudes em licitações. O senador ainda hoje sofre resquícios da operação e ainda responde em segredo de justiça alguns processos que restaram. Na campa eleitoral de 2012, acusado de possuir mais processos do que projetos, Cícero distribuiu nas ruas de João Pessoa uma coletânea de documentos intitulada como “Dossiê da Verdade”, onde alegava sua inocência em todas as ações da ‘Confraria’. Nunca foi condenado!
Wilson Santiago e a Receita Federal
Outro que também já esteve na mira da mídia nacional foi o pré-candidato ao Senado pelo PTB. Wilson Santiago ficou em terceiro lugar, nas eleições 2010 para o cargo de senador pela Paraíba, assumiu o cargo beneficiado pela Lei da Ficha Limpa, que barrou a posse do candidato mais votado à época, Cássio Cunha Lima. Pouco depois de assumir o Senado, Santiago foi acusado pela revista Istoé de sonegar a empresa Construções e Incorporações Adrina Ltda de sonegar cerca de R$ 40 milhões em Impostos e usar laranjas em construtora com dívida milionária, repassando patrimônio para empresa do filho a fim de evitar o confisco pela Receita Federal. Santiago desmentiu as denúncias provando a quitação das suas responsabilidades fiscais, de acordo com as certidões da Receita Federal e da Justiça. Nunca foi condenado!
Eis três exemplos clássicos de perseguição e lichamento midiático antecipado. Por que será? Alguém poderia estar por trás dessas "estranhas queimações"?
Analisando esse estado de coisas e de hipóteses, fica um conselho do PB Agora para os políticos paraibanos: não se lancem como candidatos ao Senado antes do tempo, sob pena de atraírem 'conspiratas' contra si.
Enquanto isso, nossa investigação continua!
PB Agora
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