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31 julho 2013

Depois do TJ manter prisão, juiz preso na Operação Astringere faz greve de fome

Depois do TJ manter prisão, juiz preso na Operação Astringere faz greve de fomeO Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) manteve nesta quarta-feira (31) a prisão do Juiz Edvaldo Albuquerque de Lima, preso na Operação Astringere.

POr sua vez, o juiz declarou que irá realizar greve de fome por conta da decisão judicial.

“Não vou mais comer nada, me limitando a ingerir apenas líquido. Vou para o hospital ou para qualquer outro lugar, mas aqui eu não fico mais. É uma injustiça o que estão fazendo comigo. Estou preso há mais de cem dias, quando, nestes casos, a lei só permite até 81 dias. Desafio a provarem que tenho qualquer envolvimento com isso”, declarou.

José Edvaldo está preso no Centro de Ensino da Polícia Militar.

 Além do juiz José Edvaldo, foram mantidas as prisões dos advogados Cícero de Lima e Sousa e Edílson Araújo de Carvalho.


O relator do processo foi o desembargador Joás de Brito Perreira Filho, e, segundo o advogado Aécio Farias Filho, o juiz Edvaldo credita a manutenção da prisão a perseguição por parte do desembargador Joás, a quem admite ter feito acusações pessoais durante seus depoimentos.


Os investigados foram presos, no dia 18 de abril do corrente ano, por supostamente integrarem organização criminosa voltada para a fabricação ilegítima de astreintes, mediante fraudes e apropriação de recursos decorrentes delas.

Pbagora

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