Protesto
vem sendo convocado por redes sociais. O movimento 'João Pessoa,
avante' cobra o repasse para as tarifas dos coletivos da redução do
PIS/Confins dada pelo Governo Federal
Desde o dia 1º de junho, está em vigor um decreto da presidente da república, Dilma Rouseff, que zera o PIS/Confins para transportes coletivos, incluindo ônibus, trens e metrô. A medida foi uma tentativa de reduzir o galope da inflação, que supera a meta estabelecida pelo Governo Federal.
As alíquotas do PIS e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) somam 3,65% do transporte coletivo urbano de todo o Brasil e estão zeradas.
Nesta
segunda-feira (17), o prefeito de João Pessoa confirmou que a Prefeitura
fará um estudo para saber da possibilidade de conceder a redução nas
passagens de ônibus. Ele não falou sobre qualquer data para esse anúncio
e nem quando começaria a valer a redução dos preços.
“Estamos em
um processo de análise dos dados das informações necessárias para que a
gente possa ter uma posição firmada. Estamos no processo inicial”,
disse.
O decreto de Dilma Rousseff se apropria, em parte, do
Projeto de Lei (PLS) 242/2012, de autoria do senador Cícero Lucena
(PSDB-PB) para reduzir a carga tributária do transporte coletivo
suspendendo a cobrança de impostos como o IPI, PIS, Pasep e Cofins.
A
manifestação convocada pelo movimento “João Pessoa Avante” terá início
às 16h, próximo ao horário de pico, com concentração no Liceu Paraibano,
de onde seguirão para o anel interno da Lagoa e a avenida Epitácio
Pessoa.
Na página do Facebook do movimento tem publicações como links de matérias sobre as cidades que têm transporte coletivo de graça e uma série de enquetes que estão sendo respondidas pelos quem seguem o perfil na rede social.
Logo na parte superior da página está o aviso de que "qualquer forma de violência está de fora dos preceitos" do movimento.
Na enquete sobre qual cartaz levar ao protesto, até às 10h20, 1.056 responderam que o melhor seria: "Desculpe o transtorno, estamos mudando o país".
Outras 1.285 pessoas disseram em outra enquete da página ser contra a utilização de qualquer bandeira política nos protestos. Apenas 75 concordaram e outros 10 disseram que "tanto faz".
Na página do Facebook do movimento tem publicações como links de matérias sobre as cidades que têm transporte coletivo de graça e uma série de enquetes que estão sendo respondidas pelos quem seguem o perfil na rede social.
Logo na parte superior da página está o aviso de que "qualquer forma de violência está de fora dos preceitos" do movimento.
Na enquete sobre qual cartaz levar ao protesto, até às 10h20, 1.056 responderam que o melhor seria: "Desculpe o transtorno, estamos mudando o país".
Outras 1.285 pessoas disseram em outra enquete da página ser contra a utilização de qualquer bandeira política nos protestos. Apenas 75 concordaram e outros 10 disseram que "tanto faz".
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