“A justiça foi feita. A acusação de que eu teria me negado a
responder ofícios do Ministério Público caiu por terra. Ficou patenteado
na sentença proferida pelo juiz federal, João Bosco Medeiros de Sousa,
da Primeira Vara, da Capital paraibana, a minha mais absoluta inocência,
ante a tudo que foi apresentado nos autos”, disse o deputado.
A denúncia era de que Frei Anastácio teria, enquanto
superintendente do INCRA, se recusado, a encaminhar informações técnicas
indispensáveis à instrução de procedimentos extrajudiciais junto a
Procuradoria da Republica. “Mas, restou a convicção do magistrado de que
não houve dolo ou culpa em minhas iniciativas”, ressaltou o deputado.
O parlamentar lembrou que os problemas ocorridos nos projetos de
assentamento Sítio e Manoel Bento, que deram origem a processos
judiciais, administrativos eram anteriores aos ofícios enviados pelo
ministério público. Segundo ele, enquanto superintendente do INCRA,
dando continuidade à apuração administrativa das irregularidades nos
assentamentos descritos, determinou que essas denúncias fossem
realizadas de maneira mais rigorosa possível, justamente, para comprovar
a intenção em elucidar todos os fatos ilegais por ventura existentes.
“Em minha gestão foram criadas comissões especificas para apurar
as possíveis irregularidades nos assentamentos já qualificados.
Justamente por agir de maneira tão contundente e dentro de todos os
parâmetros da legalidade, virei alvo das pessoas envolvidas no objeto
das tais irregularidades. Quiseram atingir minha imagem de gestor e de
homem público. Não conseguiram. A verdade tarda, porém, não falha.
Mentiras foram ditas e repetidas como forma de virar verdades, porém,
não sustentaram seus fundamentos diante da apuração da justiça”, disse o
deputado.
Politica pb com assessoria
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