“Se você fizer essa perspectiva nacionalmente observa
que saimos de 21 deputados federais e 27 do PTB para 40 e pouco, será a
quarta maior bancada do Congresso Nacional, serão oito ou nove senadores
e haverá um fortalecimento das duas legendas, com maior participação
nas comissões, relatorias, tempo considerável de TV e rádio e é
importante para a sobrevivência dos partidos”, diz.
Questionado a respeito da pretensão do presidente
estadual do PTB, Wilson Santiago, Morais desconversou apontando que só o
próprio Santiago quem teria essa informação e afirmou que a direção
nacional vai decidir qual o critério adotado para a direação estadual.
“Caberá ver no estado qual a melhor força ou a maior força que comanda
no estado. Ter ideia que temos dois deputados e o PTB, um; temos 21
prefeitos e o PTB 11, temos 220 vereadores e o PTB 132. Somos o segundo
maior partido em número de filiados chegando a 37 mil e perdemos apenas
para o PMDB, o PTB tem 19 mil. Esse entendimento é fundamental”, conta.
Morais destacou que acredita no amadurecimento do
entendimento e o DEM está aberto ao diálogo com o deputado federal
Efraim Filho, conversando com o também deputado federal Wilson Filho em
Brasília. “Temos que sentar e fazer com que a Paraíba tenha um grande
partido que seria o PTB (originário da fusão) e teria um número de
prefeitos bem maior nas próximas eleições municipais”, conclui.
O presidente afirmou que apenas colocou a questão do
tamanho dos partidos, mas que não é regra para definir a presidência.
“vamos buscar o entendimento e o diálogo é o caminho de fazer política,
ter humildade suficiente, mas saber também qual o melhor partido”,
aponta.
A decisão nacional até agora é que o partido fará oposição ao governo federal e na Paraíba estará apoiando Ricardo Coutinho. Ele lembrou, inclusive, a participação do DEM na administração estadual com dois secretários.
Com Marília Domingues / Fernando Braz/Paraiba.com.br
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