“A Paraíba não é uma ilha. A gente será afetado por esta
crise, e isso se reflete, especialmente, nos cortes de gastos que estão sendo
promovidos pelo governo”, declarou.
Entre os cortes de gastos está a redução de 10% dos gastos
com cargos comissionados do Estado. A medida atinge uma série de funcionários
públicos que não são concursados.
Também haverá redução no aluguel de veículos e de imóveis,
além da redução de 60% das diárias pagas a servidores que estiverem no Estado.
“Dentro do cenário fiscal esta foi a LOA que conseguimos
alcançar. Temos restrições, mas estamos esgotando todas as possibilidades. Não
podemos fazer qualquer planejamento sem considerar o cenário nacional”,
declarou.
O repasse do duodécimo dos poderes judiciário, legislativo e
do ministério público foi alvo de polêmica por parte dos deputados e de
representantes de diversos poderes, que questionaram que os valores não
condiziam com o verdadeiro valor que os poderes iriam precisar para se manter.
Com isso, houve uma alteração na peça, e o Tribunal de
Justiça da Paraíba foi contemplado com aumento de repasses na ordem de 19,22%
com relação ao ano passado e o Ministério Público com 14,29%.
Apesar da Assembleia Legislativa, da Defensoria Pública e do
Tribunal de Contas do Estado terem mantido seus índices de repasse, os valores
enviados a cada um dos poderes aumentaram em decorrência do aumento natural da
LOA em relação ao ano passado.
A Defensoria Pública terá um reajuste de quase R$ 1 milhão
em relação ao ano passado. O TCE teve seu repasse reajustado em quase R$ 5
milhões enquanto a ALPB teve um acréscimo de R$ 12 milhões com relação ao
índice de 2014.
Com João Thiago
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