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17 outubro 2014

Na reta final da campanha para o 2º turno na PB, ataques tomam conta de programas dos candidatos ao governo


Na reta final da campanha eleitoral para o segundo turno e com a disputa acirrada na Paraíba, os candidatos ao governo do estado Cássio Cunha Lima (PSDB) e Ricardo Coutinho (PSB) partiram para o ataque na briga pelo poder.
RC-CCLÉ o que se pode observar nos programas de rádio e televisão dos candidatos, que além de apresentar propostas, têm nos ataques diretos aos opositores seu ponto alto.
É o caso do guia eleitoral de Cássio Cunha Lima, que nesta sexta-feira (17) trouxe a denúncia de que presidiários do regime semiaberto e integrantes do Programa O Trabalho Liberta, do Governo do Estado, estão sendo usados na campanha de rua do governador Ricardo Coutinho.
A reportagem exibida no guia flagrou presidiários distribuindo panfletos nas ruas e segurando bandeiras dos candidatos Ricardo Coutinho e Dilma Rousseff. O guia eleitoral exibiu a ficha de cada um dos detentos que foram flagrados. Que seriam Arlindo Odilon de Maria, condenado a 18 anos de prisão por latrocínio, Durval Mariano Arcoverde, condenado a 55 anos também por latrocínio, além de homicídio e roubo qualificado e Manoel Nunes Pereira, condenado a cumprir 16 anos de detenção por homicídio.
Por sua vez, o guia do governador e candidato à reeleição Ricardo Coutinho também não mede esforços para apontar os erros cometidos pelo seu adversário tucano.
Na propaganda eleitoral que também foi ao ar nesta sexta, Ricardo Coutinho rebateu denúncias feitas por Cássio em que o socialista teria suspendido o programa do leite e acusou irregularidades na época do governo Cunha Lima. No guia, mostrou-se que na Operação Amaltéia desencadeada pela Polícia Federal (PF), foram apontadas irregularidades em laticínios contratados durante o governo tucano.
Ainda segundo o conteúdo do programa, Cássio estaria mentindo ao dizer que Ricardo suspendeu a distribuição de leite na Paraíba e que a Operação Almatéia desencadeada pela Polícia Federal descobriu que o leite distribuído no governo de Cássio recebia 30% de água. O leite ainda era misturado com leite de cabra e até soda cáustica. Além disso, dos 26 laticínios (que faziam a distribuição), 10 eram irregulares. “Cássio fraudou o programa de leite das crianças que dependiam do alimento”, frisou o programa.

Com Pbagora

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