Para Ricardo a pergunta se Cássio na disputa lhe atrapalha ou não rumo a
vitória deve ser feita ao povo e não a ele, mas deixou claro que não
tem medo de nada na política.
"Não sei se atrapalha ou não, você tem que perguntar isso ao povo. Se eu
temesse alguma coisa na vida eu não faria política. Eu acredito na
força das ideias e não temo nada na política. Você acha que se eu
temesse alguma coisa eu assumiria um governo do Estado como eu assumi?",
indagou o governador.
Ricardo reclamou de como pegou o estado e que sofreu muitos boicotes e
brigas contra aqueles que tentavam lhe derrubar, mas destacou que
resistiu e ainda trouxe avanços para o Estado.
"Desde o primeiro dia tenho sofrido todo tipo de boicote, todas as
forças contra mim, que estavam há décadas e décadas se levantando para
tentar nos derrubar. E nós resistimos e avançamos. Depois de fazer tudo
isso eu posso dizer que é hora de continuar avançando e muito mais. Nos
próximos anos a Paraíba pode ter a oportunidade de avançar muito mais,
porque quem pode dizer que já fez pode avançar muito mais".
Sobre seus antecessores, o socialista foi enfático em criticá-la
duramente e avisou que o tempo de trocar esmolas por votos acabou.
"Alguns querem continuar a ver aquela Paraíba que vivia de joelhos,
implorando esmolas e que para obter alguma esmola tinha que ficar
catalogado o número do título de eleitor para que obrigatoriamente você
teria que retribuir com o voto. Não pela vontade e consciência, mas
simplesmente porque aquilo era visto como um favor. É esse corte que
estamos fazendo. Isso não interessa a alguns setores e pessoas que fazem
parte principalmente do universo da política, mas é para nós
fundamental. Já passamos por esta ruptura agora estamos avançando e
consolidando isso".
A entrevista repercutiu na rádio 98FM.
ComVanessa de Melo
PB Agora
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