“O
Tribunal de Contas da União (TCU) identificou inúmeras irregularidades,
a exemplo de falta de licitação, de transparência para a contratação,
além de falta de capacidade técnica da entidade [Cruz Vermelha] para
gerir o Hospital de Emergência e Trauma da Capital”, justificou.
O
líder da oposição, Anísio Maia (PT), enumerou 10 pontos apontados pelo
TCU como possíveis irregularidades identificadas no contrato de gestão
pactuada, entre o Governo do Estado e a Cruz Vermelha Brasileira. “São
várias as irregularidades. Não existe argumento que não tenha sido
destruído pelo TCU”, afirmou.
Com Assessoria
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