Raíssa afirmou que o senador Cássio Cunha Lima deve
lançar sua candidatura ao Governo no dia 20 de março, e revelou que o
tucano tem mágoa de Ricardo Coutinho, depois que o socialista passou a
assumir a paternidade de obras de seu Governo. Diante das declarações de
Raíssa, Zé Lacerda resolveu entregar o cargo ao governador, mas
anunciou que manterá apoio à sua reeleição.
Lacerda insiste em
defender a aliança de Cássio com Ricardo, a despeito de todo o tiroteio
dos últimos dias, envolvendo a infantaria do governador e do senador.
Obviamente, ninguém em sã consciência acredita que as duras declarações
dadas pelo deputado Tião Gomes e Edivaldo Rosas, presidente do PSB,
contra Cássio ocorreram sem o aval do governador.
Da mesma forma, é
igualmente improvável que o desabafo da vereadora Raíssa tenha
acontecido sem o conhecimento (e talvez o aval) do senador Cássio. O
bombardeio fez a primeira vítima que foi exatamente José Lacerda. Mas,
inclusive conforme a própria Raíssa, preconizou, outros deverão deixar o
Governo, e o próximo deverá ser mesmo o secretário Gustavo Nogueira.
Gustavo,
como se sabe, foi um dos secretários indicados pelo senador Cássio. É
de sua cota pessoal. Diante de sua proximidade com o tucano, então
surgiram as informações, no Palácio da Redenção, de que deverá seguir o
mesmo caminho de Lacerda e entregar o cargo também.
Não se deve
esquecer que, há poucos dias, o ex-deputado Armando Abílio, hoje filiado
ao PSDB, previu que o senador Cássio deverá anunciar sua candidatura a
governador ainda neste mês de fevereiro. Guarda certa identidade com a
informação de Raíssa, que previu o dia desse anúncio para 20 deste mês.
Com o Jornal da Paraiba
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