Senador esclareceu que deixou Ricardo Coutinho trabalhar tranquilamente
Cássio disse que 2014 chegou, e esse é o momento de falar sobre o
pleito. Em 2013 ele “deixou o Mago trabalhar”, e não teve um gesto
sequer de obstáculo, de dificuldade, de empecilho para que o gestor
pudesse realizar sua ação administrativa. O senador também destacou que
isso se deve também ao programa feito para o Estado em 2010, a chamada
Carta de Intenções.
Para ex-governador da Paraíba, chegou o tempo do PSDB avaliar o
governo e a aplicação das propostas feitas pela coligação: “Ele teve
três anos a oportunidade de trabalhar, e o PSDB vai, no tempo próprio,
deliberar sobre as duas teses: a manutenção da aliança ou a candidatura
própria, e meu nome é sempre lembrado para disputar o cargo no Governo
Estadual”.
No debate sobre o futuro do PSDB, Cássio comentou que não vê problema
na participação do DEM na discussão da manutenção de um projeto único, e
que essa parceria já viria de muito tempo. Outro partido citado pelo
tucano, que estaria conversando com o PSDB, é o PMDB: “O deputado
Trocolli tem sido uma ponte, um embaixador do diálogo, da conversa
aberta, tolerante, compreendendo divergências, que é da natureza da
política.A política é a arte da compreensão, o território da
tolerância”.
“Precisamos pensar o futuro da Paraíba, e o PSDB, tenho certeza,
estará pronto para cumprir as expectativas da nossa sociedade, e
qualquer que seja a trincheira de luta que eu esteja ocupando eu estarei
pronto para honrar a confiança do povo paraibano”, disse.
No final do mês de janeiro, início de fevereiro, deverá acontecer uma
reunião da Executiva Estadual do PSDB para que eles possam definir
mecanismos de consulta, e para ele, isso deve ser feito da forma mais
ampla possível: “O PSDB tem uma presença forte do estado inteiro, e
precisamos criar um mecanismo de consulta, que deverá ser deliberado
pela Executiva, para que tenhamos uma decisão que seja o reflexo do
sentimento da maioria”.
O tucano afirmou que existe uma ligação entre a política Nacional e
Estadual, “os fatores locais pesam, são preponderantes, tem um peso
diferenciado e não se descasa uma coisa da outra, principalmente na
minha condição de vice-presidente do PSDB”.
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