Salas
vazias e escolas fechadas. Cerca de 200 mil alunos da rede estadual de
ensino da Paraíba ficarão sem aula nesta quinta-feira e sexta-feira
devido a uma paralisação dos professores da rede estadual de ensino. De
acordo com o presidente da APLP, Francisco Fernandes, a paralisação é em
revisão ao Plano de Cargos, Carreira e Remuneração, pela exclusão do
anexo um da Medida Provisória nº 204 do Governo do Estado, pela paridade
dos vencimentos entre professores ativos e inativos e pela urgente
melhoria das gratificações de direção das escolas. Em Campina Grande, os
principais colégios como o Nezinha Cunha Lima, Hortêncio de Sousa
Ribeiro, colégio Estadual Elídio de Almeida (o Gigantão da Prata),
amanheceram com as portas fechadas.Na última quarta-feira (22) os docentes realizaram um ato público em frente ao colégio Lyceu Paraibano, para chamar a atenção do Governador que, segundo eles, é uma das maiores dificuldades encontradas. “Nunca houve na história da Paraíba um distanciamento tão absurdo entre o Governador e os servidores públicos estadual”.
A entidade relaciona "os piores salários de níveis superiores do Estado e também os piores salários da Região Nordeste", pagos pelo Governo: professor com Licenciatura Plena, em final de carreira (30 anos) R$ 1.748,60; professor com Especialização, em final de carreira (30 anos) R$ 1.821,46; professor com Mestrado, em final de carreira (30 anos) R$ 1.894,32; e professor com Doutorado, em final de carreira (30 anos) R$ 1.967,18. "Chegamos ao terceiro ano de mandato, prossegue, e o Sr. Ricardo Coutinho não se digna em tratar diretamente com as entidades das categorias, que compõem o universo dos servidores estaduais. A propalada data-base do reajuste salarial, é uma decisão unilateral sem levar em consideração as reivindicações dos servidores. Por conta disso são cometidos equívocos, são descumpridos direitos e são relegadas conquistas", afirmou um dos líderes do movimento.
Com assessoria
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