Raíssa destacou que a empresa já é alvo de denúncias e está sendo investigada nos Ministérios Públicos Estadual, Federal e do Trabalho por, supostamente, obrigar seus funcionários a plantar desvio de energia, o chamado “fio preto”, na casa dos consumidores. “Pagamos uma energia 40% mais cara do que em São Paulo e ainda corremos o risco de colocarem o fio preto na nossa casa”, protestou a vereadora.
De acordo com a parlamentar, várias pessoas que foram lesadas pela empresa já conseguiram o direito à indenização pelo dano. “O mais importante no trabalho enquanto vereadora é saber que pessoas que passaram no meu gabinete reclamando da empresa já estão sendo indenizadas por determinação da justiça”, frisou.
Projeto proíbe troca de medidor
A vereadora afirmou que o projeto de sua autoria que proíbe a troca do medidor analógico pelo digital recebeu parecer inconstitucional da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Casa. Raíssa assegurou que vai acionar sua assessoria jurídica para reformular o projeto com o objetivo de torná-lo constitucional, para que ele possa ser aprovado..
A parlamentar ressaltou a importância da aprovação desse projeto. “A proibição da troca do medidor analógico para digital é de extrema importância, pois os relatos são que, com a troca, a conta de energia aumenta em 300%, sem falar que é neste momento que a empresa coloca o gato na casa do consumidor. Com a proibição da troca, nem aumenta a conta de luz nem é colocado o fio preto”, defendeu a parlamentar.
Ascom
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