As lideranças indígenas alegam que os disparos foram um atentado contra o cacique. Já a Polícia Federal (PF) abriu inquérito para apurar o caso. “Confiamos que a polícia venha a desvendar o crime”, disse à Agência Brasil o cacique Capitão Potiguara ao assinalar que os indígenas “estão com medo”, “não têm como dormir direito” e “pedem que o ministro da Justiça [José Eduardo Cardozo] olhe com carinho a situação da região.”
Geusivam Silva de Lima liderava a luta pelo reconhecimento dos direitos à Terra Indígena Potiguara, e já havia recebido várias ameaças de morte, tendo inclusive registrado queixas na Superintendência da Polícia Federal e na Delegacia de Polícia de Rio Tinto. Um inquérito policial foi instaurado na quarta-feira (1º) para apurar se o crime teve motivações pessoais ou se o objetivo era atingir a comunidade indígena por meio do cacique.
Agencia Brasil
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