Os
funcionários da rede pública municipal, incluindo os professores,
iniciaram a greve no último dia 3o de abril. O sindicato reivindica o
pagamento do terço de férias, transporte e acesso para Olho d'Água,
reajuste salarial, retroativo, reforma do PCCR, adicional de
insalubridade e quinquênio para o pessoal de apoio, licença maternidade e
rateio do FUNDEB. Porém, o município alega que a deflagração do
movimento grevista antecipou o encerramento das negociões entre a
Administração e os professores municipais.
Para o relator, a greve
não cumpre dos requisitos essenciais por parte do movimento grevista.
Alega também que o serviço público educacional é de extrema
essencialidade.
Assessoria
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