O julgamento de Paulo da Cunha Torres foi iniciado na semana passada e adiado por conta de um pedido de vista do desembargador Saulo Benevides. Na ocasião, o relator do processo, juiz Márcio Aciolly já havia votado pela cassação do prefeito e do vice-prefeito, Edivaldo Moura do Nascimento. O relator também decidiu pelo pagamento de multa de 50 mil Ufirs e pela realização de eleições indiretas.
Nesta terça-feira (22) o desembargador Saulo Benevides, após analisar o processo, acompanhou o voto do relator. O juiz Miguel de Britto Lyra se declarou impedido de votar porque não estava presente na última sessão e o juiz Sylvio Porto Filho votou apenas pela aplicação da multa. O restante da Corte votou com o relator.
A acusação - De acordo com denúncia, o prefeito é acusado de distribuir alimentos, passagens aéreas e terrestres, enxoval, material esportivo e de construção, consultas médicas e teve despesas com festa de formatura. A defesa do prefeito Paulo Cunha disse que o gestor concedeu os benefícios baseado em uma lei municipal. A Corte constatou que a distribuição era feita desde janeiro de 2008.
Área do visitante (
Nenhum comentário:
Postar um comentário