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10 maio 2012

Decisão de prefeitos da PB de cancelar festejos juninos por conta da seca ganha mídia nacional

Ainda segundo a matéria, o prefeito Daniel Dantas Wanderley (de Maturéia) não só cancelou oficialmente a festa como determinou o corte de 30% de seu salário para contribuir com a distribuição de alimentos aos atingidos pela estiagem.

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A iniciativa dos prefeitos de Maturéia e Ouro Velho de cancelar os festejos juninos por conta da seca virou notícia no Portal UOL. Um dos prefeitos, Inácio Amaro (de Ouro velho), em entrevista ao site, traduziu os motivos da drástica decisão: “Apesar de ser uma festa importante, seria uma incoerência promover um evento de comemoração diante da seca que assombra a população”.
Ainda segundo a matéria, o prefeito Daniel Dantas Wanderley (de Maturéia) não só cancelou oficialmente a festa como determinou o corte de 30% de seu salário para contribuir com a distribuição de alimentos aos atingidos pela estiagem.
Leia a matéria na íntegra
Prefeitos de duas cidades do interior da Paraíba anunciaram nesta terça-feira (8) o cancelamento das festas juninas deste ano em decorrência da estiagem que afeta o Estado e a região Nordeste. Na Paraíba, 170 municípios estão em situação de emergência.
O prefeito de Maturéia (270 km de João Pessoa), Daniel Dantas Wanderley (PMDB), foi hoje à Câmara Municipal para fazer o cancelamento oficial da festa de junho. O prefeito anunciou também um corte de 30% no seu salário para ajudar na “distribuição de alimentos”. As medidas, segundo Wanderley, vão resultar em uma economia de aproximadamente R$ 300 mil.
No município de Ouro Velho (330 km da capital), os festejos de São João também foram cancelados. O anúncio foi feito pelo prefeito Inácio Amaro Filho (PDT). Na cidade, a situação é preocupante: agricultores já venderam mais de 60% do rebanho de bovinos, caprinos e ovinos devido à seca.
Durante o anúncio oficial, Inácio Júnior disse que “apesar de ser uma festa importante, seria uma incoerência promover um evento de comemoração diante da seca que assombra a população”.


UOL

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