Agência Câmara
O deputado Arthur Lira (PP-AL) foi eleito na segunda-feira (6) líder do Partido Progressista (PP) na Câmara Federal.
Ele ocupa vaga deixada por Aguinaldo Ribeiro, que tomou posse como ministro das Cidades.
Agropecuarista e empresário, Lira está em seu primeiro mandato como deputado federal. Foi vereador em Maceió por duas legislaturas e deputado estadual por três legislaturas. Está no PP desde 2009. Antes disso, foi do PMN, PTB, PSDB e PFL (atual DEM).
Ele concedeu uma entrevista à Agência Câmara. Leia trechos.
– Quais as prioridades do seu partido para debate na Câmara neste ano?
Arthur Lira – O PP está afinado com o governo, ainda mais nesta nova administração. Estamos juntos na definição, por exemplo, da Proposta de Emenda Constitucional que garante proventos integrais para aposentados por invalidez e entra na pauta agora no início do ano.
A bancada tem uma postura de coesão, conseguimos agora um equilíbrio da bancada, um ministro com muita força e a escolha do líder por unanimidade.
– Qual a expectativa do PP para este ano legislativo?
Arthur Lira – Com a brevidade deste ano legislativo, por causa das eleições, vamos ter êxito se conseguirmos levar adiante o que já vinha sendo discutido, principalmente se prevalecerem as matérias de iniciativa parlamentar em relação às medidas provisórias que têm trancado a pauta.
– Qual é a posição do PP em relação à chamada PEC 300, que fixa o piso salarial de policiais militares e bombeiros nos estados?
Arthur Lira – O partido defende a volta da discussão, com muita maturidade, da PEC 300, porque precisamos ver até onde ela não enforca os orçamentos estaduais.
Com os problemas que aconteceram na Bahia, e que podem se estender para outros estados, está na hora de fazer essa discussão.
É preciso cuidado, e não podemos deixar que esses movimentos se transformem em algo que extrapole a democracia, mas essa questão precisa ser resolvida.
– Em relação a temas polêmicos que estão na agenda deste semestre, como a Lei Geral da Copa, o que o PP espera?
Arthur Lira – Precisamos definir rápido a Lei Geral da Copa, porque esse é um evento em que o Brasil será vitrine mundial.
Os ajustes entre Fifa, governo e Congresso e as leis que são estaduais e federais que precisam de alguma acomodação, têm de ser decididos logo. Não podemos ter nenhum tipo de problema para a realização do Mundial.
No caso dos royalties do petróleo, qual a posição do partido?
Arthur Lira – Há uma reivindicação de ajustes por parte dos estados produtores, mas minha posição pessoal é de que devemos votar logo, estendendo os royalties para todo o Brasil.
Devemos respeitar o que já estava acordado com Rio de Janeiro e Espírito Santo, mas com a entrada do pré-sal podemos usar os recursos para diminuir as desigualdades regionais.
– E em relação ao fundo de previdência complementar dos servidores federais?
Arthur Lira – A base do governo está se reunindo, seria importante que o projeto fosse aprovado ainda em fevereiro.
Restam algumas dúvidas entre governo e oposição, mas acredito que será aprovado. Isso mexe com a condição de vida do servidor, mas com o déficit da Previdência como se encontra, se não fizermos qualquer coisa para amenizar, entraremos em um caos que não vai ter solução tranquila.
Ele ocupa vaga deixada por Aguinaldo Ribeiro, que tomou posse como ministro das Cidades.
Agropecuarista e empresário, Lira está em seu primeiro mandato como deputado federal. Foi vereador em Maceió por duas legislaturas e deputado estadual por três legislaturas. Está no PP desde 2009. Antes disso, foi do PMN, PTB, PSDB e PFL (atual DEM).
Ele concedeu uma entrevista à Agência Câmara. Leia trechos.
– Quais as prioridades do seu partido para debate na Câmara neste ano?
Arthur Lira – O PP está afinado com o governo, ainda mais nesta nova administração. Estamos juntos na definição, por exemplo, da Proposta de Emenda Constitucional que garante proventos integrais para aposentados por invalidez e entra na pauta agora no início do ano.
A bancada tem uma postura de coesão, conseguimos agora um equilíbrio da bancada, um ministro com muita força e a escolha do líder por unanimidade.
– Qual a expectativa do PP para este ano legislativo?
Arthur Lira – Com a brevidade deste ano legislativo, por causa das eleições, vamos ter êxito se conseguirmos levar adiante o que já vinha sendo discutido, principalmente se prevalecerem as matérias de iniciativa parlamentar em relação às medidas provisórias que têm trancado a pauta.
– Qual é a posição do PP em relação à chamada PEC 300, que fixa o piso salarial de policiais militares e bombeiros nos estados?
Arthur Lira – O partido defende a volta da discussão, com muita maturidade, da PEC 300, porque precisamos ver até onde ela não enforca os orçamentos estaduais.
Com os problemas que aconteceram na Bahia, e que podem se estender para outros estados, está na hora de fazer essa discussão.
É preciso cuidado, e não podemos deixar que esses movimentos se transformem em algo que extrapole a democracia, mas essa questão precisa ser resolvida.
– Em relação a temas polêmicos que estão na agenda deste semestre, como a Lei Geral da Copa, o que o PP espera?
Arthur Lira – Precisamos definir rápido a Lei Geral da Copa, porque esse é um evento em que o Brasil será vitrine mundial.
Os ajustes entre Fifa, governo e Congresso e as leis que são estaduais e federais que precisam de alguma acomodação, têm de ser decididos logo. Não podemos ter nenhum tipo de problema para a realização do Mundial.
No caso dos royalties do petróleo, qual a posição do partido?
Arthur Lira – Há uma reivindicação de ajustes por parte dos estados produtores, mas minha posição pessoal é de que devemos votar logo, estendendo os royalties para todo o Brasil.
Devemos respeitar o que já estava acordado com Rio de Janeiro e Espírito Santo, mas com a entrada do pré-sal podemos usar os recursos para diminuir as desigualdades regionais.
– E em relação ao fundo de previdência complementar dos servidores federais?
Arthur Lira – A base do governo está se reunindo, seria importante que o projeto fosse aprovado ainda em fevereiro.
Restam algumas dúvidas entre governo e oposição, mas acredito que será aprovado. Isso mexe com a condição de vida do servidor, mas com o déficit da Previdência como se encontra, se não fizermos qualquer coisa para amenizar, entraremos em um caos que não vai ter solução tranquila.
ParaibaOnline com Agência Câmara
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