O atual acordo, que vigora até 2013, exige que os veículos fabricados no Brasil e na Argentina tenham 65% de conteúdo nacional. Mas no Brasil esse cálculo inclui salários pagos a trabalhadores brasileiros, além das despesas em propaganda e marketing.
“Vamos fazer um esforço muito grande para que a Argentina e o Brasil aumentem o conteúdo regional e que possam se transformar num pólo de exportação de peças para montadoras de outras partes do mundo”, disse o assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia.
Garcia disse que o Brasil importa hoje mais do que US$ 22 bilhões em autopeças. “É um déficit importante e é uma situação que precisamos reverter”. Caso contrário, a indústria automotiva dos dois países será “condenada” a ser apenas montadora veículos, em vez de fabricá-los.
Não há prazo para a implementação das novas medidas. Segundo o assessor especial, trata-se de uma decisão política tomada pelas presidentas Dilma e Cristina em reunião bilateral feita em Caracas, nesta semana. Segundo as presidentas, as mudanças começarão a ser discutidas “imediatamente” e resolvidas “o quanto antes”.
Agência Brasil
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