Nosso cérebro tem grande capacidade de prever o futuro quando se apresentam situações cotidianas// Crédito: Jens Langner/Wikimedia
Jeffrey Zacks, professor de psicologia da Universidade de Washington e principal profissional à frente do estudo, garante: “Eu posso prever o futuro. E você também. E não se trata de uma percepção extra-sensorial. Trata-se apenas de usar as informações que estão na nossa frente para prever o que acontece o tempo todo. É tão natural que nem percebemos. Mas de tempos em tempos nós erramos, e nesse estudo descobrimos que errar é um elemento fundamental no nosso fluxo de consciência”.
Para fazer o teste, os pesquisadores juntaram voluntários para assistirem filmes de cenas cotidianas, como pessoas lavando o carro ou as roupas. A cena era parada no meio e os entrevistados tinham que prever o que aconteceria. E 90% deles acertaram. Agora, quando o filme apresentou uma cena completamente nova e diferente e as pessoas tiveram que prever o que aconteceria dali pra frente, a taxa de erro foi de 80%.
Os pesquisadores acompanharam a atividade cerebral das pessoas durante o teste por meio de ressonância magnética. Eles acreditam que as partes do cérebro envolvidas nas previsões, quando estão com um funcionamento não adequado, podem causar problemas na memória e no ato de entender as coisas que se passam ao redor. Por isso, Zacks e sua equipe acham que os resultados podem ajudar nas pesquisas sobre Alzheimer e outras doenças neurológicas.
Para fazer o teste, os pesquisadores juntaram voluntários para assistirem filmes de cenas cotidianas, como pessoas lavando o carro ou as roupas. A cena era parada no meio e os entrevistados tinham que prever o que aconteceria. E 90% deles acertaram. Agora, quando o filme apresentou uma cena completamente nova e diferente e as pessoas tiveram que prever o que aconteceria dali pra frente, a taxa de erro foi de 80%.
Os pesquisadores acompanharam a atividade cerebral das pessoas durante o teste por meio de ressonância magnética. Eles acreditam que as partes do cérebro envolvidas nas previsões, quando estão com um funcionamento não adequado, podem causar problemas na memória e no ato de entender as coisas que se passam ao redor. Por isso, Zacks e sua equipe acham que os resultados podem ajudar nas pesquisas sobre Alzheimer e outras doenças neurológicas.
Da redação com Revista Galileu
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